Atualizado 29/09/2026
As bets foram proibidas pela MP 1.394/2026. A proibição não apaga as dívidas nem os danos que já aconteceram.
Ludopatia · apostas · dívidas
Dívidas no banco, dinheiro preso na bet, família sem chão, emprego em risco, tratamento que não chega. Eu analiso tudo o que a doença levou e busco todas as medidas jurídicas cabíveis, ao mesmo tempo.
Para cada pessoa com problema de jogo, outras quatro ao redor desenvolvem problemas de saúde.
Associação Médica Brasileira, 27/08/2026
Você se reconhece?
Cartão, cheque especial, consignado e Pix parcelado usados para apostar ou recuperar perdas.
Autoexclusão ignorada, promoções insistentes, limites que nunca apareceram.
Saque negado, conta encerrada, e agora a proibição das bets.
Faltas, queda de rendimento, afastamento ou dispensa ligados à doença.
Empréstimos no nome dele ou no nome da família, contas conjuntas zeradas.
Bens, carro, reserva da família e até a casa em risco.
Internação, acompanhamento e medicamentos que o plano ou o SUS negam ou demoram.
Divórcio, pensão, guarda e proteção do patrimônio de quem não apostou.
Cuidar da saúde vem primeiro. Se você ou alguém próximo está em sofrimento intenso, ligue 188 (CVV, 24h) ou procure o CAPS da sua cidade. A parte jurídica pode caminhar junto.
Não é falta de caráter
O transtorno do jogo está na Classificação Internacional de Doenças (CID-11, código 6C50). Isso muda a forma como a Justiça olha para as apostas, para os contratos e para a responsabilidade de quem lucrou com a doença.
Pense assim
A bet funciona como um bar que nunca fecha e que entrega a bebida no seu bolso. A lei manda esse bar recusar quem já pediu para ser bloqueado. Quando ele não recusa, a conta pode ser discutida.
brasileiros com diagnóstico de transtorno do jogo
pessoas com prejuízo pessoal, profissional ou financeiro causado pelo jogo
perdidos pelas famílias brasileiras em apostas em 2025
pedidos de autoexclusão na plataforma federal até agosto de 2026
Fontes: Associação Médica Brasileira (27/08/2026) e Comsefaz, via Agência Brasil (27/09/2026).
Onde a Justiça pode agir
Cada frente abaixo é uma porta diferente. Muitos casos têm três ou quatro abertas ao mesmo tempo. Tratar só uma é como pagar o mínimo do cartão: alivia hoje e deixa o resto crescer.
Contra a bet
Quando a plataforma ignorou a autoexclusão, aceitou quem não podia apostar ou incentivou quem já dava sinais de vício.
Lei 14.790/2023 e Código de Defesa do Consumidor
Bancário
Juros compostos funcionam como bola de neve. Eu reviso contrato por contrato para achar cobrança abusiva e reduzir o que é devido.
Código de Defesa do Consumidor e normas bancárias
Superendividamento
Quando as dívidas somadas já comem a renda, a lei permite reunir todos os credores e montar um plano de pagamento que preserve o mínimo existencial.
Lei 14.181/2021 (Lei do Superendividamento), quando cabível
Saúde
Quando o plano de saúde ou o poder público nega ou demora o que o médico indicou.
Lei dos Planos de Saúde e direito à saúde no SUS
Família e patrimônio
A doença de um não pode consumir o futuro de todos. Há caminhos para proteger bens, renda e filhos.
Código Civil e legislação de família
Trabalho e renda
A doença pode afetar o trabalho. A lei trabalhista e a previdenciária também olham para isso.
CLT e legislação previdenciária
Direito do trabalho e bancário são atendidos diretamente por mim. Saúde, família e previdenciário são conduzidos com advogados parceiros, sob a mesma estratégia.
Como eu trabalho
Funciona como um check-up. O médico não trata só a febre; ele pede exames do corpo todo. Eu faço o mesmo com as suas finanças, a sua família, a sua saúde e o seu trabalho.
Você conta o que aconteceu, sem julgamento. Pode ser a pessoa que aposta ou alguém da família.
Extratos, comprovantes de Pix para as bets, contratos de empréstimo, laudos e prints de conversa.
Cruzo tudo e identifico cada dano: quanto foi para a bet, quanto o banco cobrou a mais, o que a família perdeu.
Apresento todas as medidas cabíveis, em ordem de prioridade, e o que cada uma pode resolver.
Com a sua decisão, entro com as medidas e acompanho cada frente até o fim.
Na imprensa e nos tribunais
Saldos devem ser devolvidos aos apostadores pela conta bancária de origem.
R$ 62,5 bilhões perdidos pelas famílias em 2025 e SUS ampliando atendimento.
Plataforma não bloqueou a conta quando o consumidor pediu. Apostas anuladas e dano moral.
Tribunal aplicou o Código de Defesa do Consumidor e o dever de jogo responsável.
A lei obriga a plataforma a consultar o sistema de autoexclusão antes de abrir a conta.
1,4 milhão de diagnósticos e reflexos na saúde de quem convive com o apostador.
Nem toda decisão é favorável. Por isso a prova e a estratégia fazem diferença.
As decisões acima são de terceiros e foram divulgadas pela imprensa. O entendimento dos tribunais ainda não é uniforme, e cada caso depende das suas provas e circunstâncias. Não há garantia de resultado.
Proibição das bets
A Medida Provisória 1.394/2026 proibiu as apostas de quota fixa no Brasil. Ela resolve o futuro, mas não desfaz o que já aconteceu: empréstimos, juros, bens vendidos e o dinheiro perdido continuam lá.
A MP ainda depende de votação no Congresso e foi questionada no STF. Acompanho as mudanças e atualizo esta página.
Publicação da MP. Novos depósitos bloqueados.
Prazo para o apostador sacar o saldo por conta própria.
Sites e aplicativos devem ficar fora do ar.
Saldo não sacado deve ser devolvido pelo banco, na conta de origem.
Extinção formal das autorizações das empresas.
O primeiro passo
Descreva a situação. Retorno pelo WhatsApp para entender o caso e dizer quais documentos separar.
Se puder, já vá separando:
O envio não cria relação advogada-cliente nem constitui consulta jurídica. Cada caso exige análise individual.
Dúvidas frequentes
Não para começar. A análise parte dos fatos e dos documentos. Quando o diagnóstico for relevante para uma medida, oriento como obtê-lo com um profissional de saúde.
Sim. Muitos casos chegam pela família, que também sofre os prejuízos. Há medidas que protegem quem não apostou, como a proteção do patrimônio e, em casos graves, a curatela do pródigo.
Não existe devolução automática. Há decisões que determinaram a restituição, total ou parcial, e há decisões que negaram. O resultado depende das provas e das circunstâncias de cada caso.
A proibição trata das operações daqui para frente. Os danos anteriores, as dívidas e os contratos bancários continuam podendo ser analisados.
Sim, dependendo do caso: revisão de juros e tarifas, contestação de cobranças e, quando as dívidas comprometem o mínimo para viver, o procedimento de superendividamento.
Sim. Tudo o que você contar está protegido pelo sigilo profissional da advocacia.
Pamella Passos · OAB/SP 391.359
Conteúdo informativo. Cada caso exige análise individual. Direito do trabalho e bancário atendidos diretamente; demais áreas em parceria com advogados especializados.
Único WhatsApp oficial:
Atenção: o número (11) 98677-9428 não é meu. Não envie dados nem pagamentos para ele.